"A leitura de todos os bons livros é uma conversação com as mais honestas pessoas dos séculos passados." René Descartes
domingo, 10 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Mensagem de Paz
Tudo é tão belo.
Todos falamos de paz. Mas em nossos dias é difícil encontrarmos a verdadeira paz. O mundo está doente. Tudo por conta do ser humano.
"Só existem duas coisas infinitas: o Universo e a maldade humana." Já dizia um grande pensador. Mas não tem que ser sempre assim. Compreendemos a paz. Mas por que não a praticar? Eu desejo do fundo de meu coração que a paz seja alcançada. Na verdade é por esse motivo. Coração. O coração sempre foi visto como uma representação de amor. E nós temos ele. Dentro de nós. Ele é constitui a vida. É tudo tão belo.
Temos o amor, para que ir em busca do ódio? Temos esperança, para que ir em busca de desilusões? Avistamos a luz, ficaremos ba escuridão? Sabemos o caminho da paz. Não é tão difícil, basta querermos. Eu creio nisso. E escrevo na esperança de alguém mais a nisso. Para que um dia isso não seja apenas mais algumas palavras com promessas ilusórias. A paz, só depende de nós.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Resumo do livro " uma garrafa no mar de Gaza- de Valérie Zenatti"
Após ler o livro, fiz um resumo dessa história emocionante e quero compartilhar com vocês.
Tal Levine, 17 anos, uma garota que vive em meio a um confronto entre israelenses e palestinos, cansada dessa vida e a procura de paz, entre os dois países.
Certa noite, Tal ouve um estrondo e seu apartamento treme, um ataque. Um homem-bomba se explode no café Hillel. A garota entra em desespero, corre para perto do pai e eles veem TV, está passando o desastre que foi muito maior do que a jovem estava imaginando, e desta vez o atentado foi perto de sua casa. O café que costumava ir quase todas as tardes com seu irmão Eytan, Tal fica inconformada, poderia ser ela que estava lá. A televisão anuncia, 6 mortos, entre eles uma garota de 20 anos que se casaria no dia seguinte, a poucas horas. Mostra seu esposo se lamentando e sua família chorando. A menina não aguenta!
Vai para a escola e não consegue parar de pensar no que sentiu e ouviu, principalmente na TV. Sem ter vontade de conversar com alguém, começa a escrever na aula de biologia. Sua melhor amiga percebe o desinteresse na aula e vai falar com ela. Tal fala que não há nada com ela. Quando de repente a estudante tem a brilhante ideia de escrever uma carta.
Chega em casa, coloca a carta dentro de uma garrafa e pede para o seu irmão que serve ao exercito, para jogar o objeto no Mar de Gaza, com esperança de que alguém pegaria e lesse. Na carta havia um e-mail, para que o leitor da carta pudesse entrar em contato com ela, tendo como objetivo começar a paz entre países inimigos.
Ao contrario do que ela achava quem pegou a garrafa foi um garoto de 19 anos, no inicio identificado como “Gazaman”.
No começo o garoto fazia piadinhas da garota e achava que ela era louca, porque seria impossível paz entre países inimigos a mais de décadas? Até que Tal consegue o que realmente lutou para ter, a amizade de Gazaman! A partir daí os dois tem uma amizade inseparável e que se falam as escondidas de todos. O casal de amigos se fala todo dia.
Revelações, e revelações acontecem. Clima de suspense e de dúvida também. Afinal, como termina o livro? O que acontece com Tal? E com Gazaman? Quem é Gazaman? Os dois conseguem a paz entre os dois povos? E a amizade deles? Acontece algo a mais? Leia o livro, e tenha um dos maiores vícios da sua vida, um livro, uma história. E assim saberá o grande final, e assim que terminar a sua leitura, assista ao filme. Eu mais que recomendo o livro, pois é uma leitura intrigante, saboreosa e histórica!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Biografia de Valérie Zanatti ( autora do livro Uma garrafa no mar de Gaza)
Valérie Zenatti nasceu em Nice, na França, no ano de 1970. Veio de uma família judaica. Aos treze anos seus pais decidiram emigrar para Israel. Ela passou por um choque cultural inicial, não sabia nem mesmo falar ou ler a língua hebraica. Em pouco tempo, porém, já pensava e agia como uma israelense.
Serviu as Forças Armadas e, enquanto membro do Serviço de Inteligência, ela atuou como espiã junto aos jordanianos. Essa soma de vivências influenciou sua produção literária e cinematográfica. A autora é tradutora, roteirista e já lançou quinze livros. Uma Garrafa no Mar de Gaza lhe valeu diversas premiações, foi publicado em mais de 12 idiomas e conquistou uma adaptação ao cinema.
A Esperança - Crônica
Pintura de Salvador Dali, 1925
Todos os dias, quatro horas da tarde, ia até a janela, a moça Anabela. Uma moça linda e elegante, seus cabelos sempre deslumbrantes.
Sentava-se na rede e pensava na vida, oh meu Deus, que coisa divina! Principalmente no seu namorado, que ainda não havia chegado.
Um dia tinha saido, mas prometera voltar, mas não voltou nunca mais. Coitada da moça, que há tempos chorou. Sólitária ela era, não tinha ninguém, por opção própria, não queria alguém. Apenas seu amado, que antes de partir, um beijo foi lhe roubado.
E desde então, nunca mais esqueceu daquele momento, como contos de fadas e cabelos ao vento. Foi tão romântico que dava até para se emocionar. Pena que teve de ir. Coitada da moça, nunca mais chegou a sorrir.
As quatro horas lá estava ela, a moça Anabela. Mas hoje decidiu mudar, não iria mais chorar. Apenas sonhar, para em que seu sonho, ao seu lado poder estar.
A esperança de reencontra-lo já era tudo, o seu amor era o mais profundo. Ninguém podia amar alguém mais que a Anabela. Ela sempre será lembranda como a moça da janela.
- DE MINHA AUTORIA
domingo, 20 de outubro de 2013
Biografia de Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.
Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.
Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.
Poema " Véspera" de Carlos Drummond de Andrade
Véspera
Amor: em teu regaço as formas sonham
o instante de existir: ainda é bem cedo
para acordar, sofrer. Nem se conhecem
os que se destruirão em teu bruxedo.
Nem tu sabes, amor, que te aproximas
a passo de veludo. És tão secreto,
reticente e ardiloso, que semelhas
uma casa fugindo ao arquitecto.
Que presságios circulam pelo éter,
que signos de paixão, que suspirália
hesita em consumar-se, como flúor,
se não a roça enfim tua sandália?
Não queres morder célere nem forte.
Evitas o clarão aberto em susto.
Examinas cada alma. É fogo inerte?
O sacrifício há de ser lento e augusto.
Então, amor, escolhes o disfarce.
Como brincas (e és sério) em cabriolas,
em risadas sem modo, pés descalços,
no círculo de luz que desenrolas!
Contempla este jardim: os namorados,
dois a dois, lábio a lábio, vão seguindo
de teu capricho o hermético astrolábio,
e perseguem o sol no dia findo.
E se deitam na relva; e se enlaçando
num desejo menor, ou na indecisa
procura de si mesmos, que se expande,
corpóreos, são mais leves do que brisa.
E na montanha-russa o grito unânime
é medo e gozo ingénuo, repartido
em casais que se fundem, mas sem flama,
que só mais tarde o peito é consumido.
Olha, amor, o que fazes desses jovens
(ou velhos) debruçados na água mansa,
relendo a sem-palavra das estórias
que nosso entendimento não alcança.
Na pressa dos comboios, entre silvos,
carregadores e campainhas, rouca
explosão de viagem, como é lírico
o batom a fugir de uma a outra boca.
Assim teus namorados se prospectam:
um é mina do outro; e não se esgota
esse ouro surpreendido nas cavernas
de que o instinto possui a esquiva rota.
Serão cegos, autómatos, escravos
de um deus sem caridade e sem presença?
Mas sorriem os olhos, e que claros
gestos de integração, na noite densa!
Não ensaies de mais as tuas vítimas,
ó amor, deixa em paz os namorados
Eles guardam em si, coral sem ritmo,
os infernos futuros e passados.
Amor: em teu regaço as formas sonham
o instante de existir: ainda é bem cedo
para acordar, sofrer. Nem se conhecem
os que se destruirão em teu bruxedo.
Nem tu sabes, amor, que te aproximas
a passo de veludo. És tão secreto,
reticente e ardiloso, que semelhas
uma casa fugindo ao arquitecto.
Que presságios circulam pelo éter,
que signos de paixão, que suspirália
hesita em consumar-se, como flúor,
se não a roça enfim tua sandália?
Não queres morder célere nem forte.
Evitas o clarão aberto em susto.
Examinas cada alma. É fogo inerte?
O sacrifício há de ser lento e augusto.
Então, amor, escolhes o disfarce.
Como brincas (e és sério) em cabriolas,
em risadas sem modo, pés descalços,
no círculo de luz que desenrolas!
Contempla este jardim: os namorados,
dois a dois, lábio a lábio, vão seguindo
de teu capricho o hermético astrolábio,
e perseguem o sol no dia findo.
E se deitam na relva; e se enlaçando
num desejo menor, ou na indecisa
procura de si mesmos, que se expande,
corpóreos, são mais leves do que brisa.
E na montanha-russa o grito unânime
é medo e gozo ingénuo, repartido
em casais que se fundem, mas sem flama,
que só mais tarde o peito é consumido.
Olha, amor, o que fazes desses jovens
(ou velhos) debruçados na água mansa,
relendo a sem-palavra das estórias
que nosso entendimento não alcança.
Na pressa dos comboios, entre silvos,
carregadores e campainhas, rouca
explosão de viagem, como é lírico
o batom a fugir de uma a outra boca.
Assim teus namorados se prospectam:
um é mina do outro; e não se esgota
esse ouro surpreendido nas cavernas
de que o instinto possui a esquiva rota.
Serão cegos, autómatos, escravos
de um deus sem caridade e sem presença?
Mas sorriem os olhos, e que claros
gestos de integração, na noite densa!
Não ensaies de mais as tuas vítimas,
ó amor, deixa em paz os namorados
Eles guardam em si, coral sem ritmo,
os infernos futuros e passados.
sábado, 19 de outubro de 2013
Israel versos Palestinos - O conflito
Israel x Palestinos
Conflito histórico entre israelenses e palestinos (a partir do século 19)
Por motivos históricos, religiosos, políticos e materiais, israelenses e palestinos disputam continuamente pela soberania da Palestina, região do Oriente Médio. O conflito, que se insere no contexto maior das disputas entre árabes e israelenses, remonta ao século 19, quando o movimento sionista e o nacionalismo árabe começaram a ganhar forma. Reivindicada por ambos os grupos, a Palestina é o cenário de muitas narrativas bíblicas, sendo apontada como o local onde teria florescido a antiga monarquia hebraica, posteriormente desmembrada nos reinos de Israel e Judá. É também o berço de muitas outras civilizações semíticas, muitas das quais coexistiram com os povoados hebreus ou os que precederam. Em 1897, em grande parte devido à intensificação do antissemitismo europeu, foi fundado o movimento sionista. Esse movimento pregava um retorno dos judeus à Palestina, além do estabelecimento de um estado nacional judeu na região. Organizações sionistas internacionais logo começaram a patrocinar a migração de judeus para a Palestina. A aquisição de terras por parte de imigrantes judeus foi vista com hostilidade por líderes árabes da região, que também passaram a lutar pela criação de um estado árabe. Entre 1920 e 1948, após a derrota do Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, o território da Palestina esteve sob controle do Reino Unido, que já havia declarado sua intenção de favorecer a criação de um estado judaico na região por meio da “Declaração de Balfour” de 1917.
Em 1947, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou um plano de partilha da Palestina, criando um estado judeu e um estado palestino. O acordo não foi aceito por palestinos e lideranças árabes, que iniciaram uma campanha militar contra o recém-fundado estado de Israel. A guerra árabe-israelense de 1948 culminou com a derrota dos exércitos da Síria, do Jordão, do Iraque e do Egito e com a expansão das fronteiras israelenses para além do que fora estipulado pela ONU. Em 1967, na Guerra dos seis dias, judeus e árabes entraram novamente em confronto, tendo Israel conquistado o território do deserto do Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e as colinas de Golã. Quase todo o território palestino passou para as mãos de israelenses. Em 1982, os israelenses se retiraram da faixa de Gaza após assinar um acordo com o governo egípcio.Entre 1987 e 1993, palestinos se sublevaram contra o estado de Israel em uma série de protestos violentos caracterizados pelo uso de armas simples, como pedras e paus, episódio que ficou conhecido como Intifada. Em 1993, em Oslo, Israel se comprometeu a devolver os territórios ocupados durante a guerra dos seis dias em troca de acordos de paz definitivos com as lideranças árabes, representadas pela Organização para Libertação da Palestina (OLP). Em 1998, foi assinado o acordo de Wye Plantation, por meio do qual os israelense entregaram aos palestinos várias áreas ocupadas.
Em julho de 2000, em Camp David (EUA), o líder palestino Yasser Arafat e o premiê israelense Ehud Bara se reuniram para fazer um acordo visando resolver questões mais delicadas, mas não obtiveram sucesso. No mesmo ano, teve início uma nova rebelião popular palestina contra Israel, a chamada “segunda intifada”. A partir de 2002, intensificaram-se os atentados terroristas e ataques suicidas organizados por grupos extremistas contra Israel. Como consequência, os israelenses invadiram áreas palestinas autônomas e cercaram a sede de Arafat em Muqata, onde o líder palestino permaneceu até sua morte, em 2004. Em 2005, Israel, por iniciativa do premiê Ariel Sharon, coordenou um amplo plano de retirada de assentamentos judaicos da região de Gaza.
Recentemente, a região assistiu a uma leva de atentados terroristas promovidos pela organização extremista palestina Hamas e à escalada da violência por parte das autoridades israelenses. O premiê Benjamin Netanyahu e o líder palestino Mahmoud Abas, ligado à Fatah, organização palestina moderada, continuam dialogando pela resolução de questões polêmicas.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Literatura em vídeo: conto "Amor- Clarice Lispector"
Este vídeo foi utilizado para um trabalho na escola, cujo o nome do projeto é "Literatura em Vídeo", e foi organizado pela professora Ilvanita de língua portuguesa e pelo professor Emerson de informática.
É importante que você veja este vídeo porque é uma representação do conto “Amor – Clarice Lispector” e este conto tem como objetivo mostrar que mesmo tendo uma vida maravilhosa, reclamamos e ficamos chatos com nós mesmo, e há pessoas que estão em estado bem piores do que o nosso e não reclama, pelo contrário, tem uma vida feliz. E no conto essa pessoa é representado por um cego.
terça-feira, 30 de abril de 2013
DICAS DE MÚSICAS
Bom, aqui estão algumas sugestões de musicas em variados gêneros. Aqui abaixo, segue essa lista:
Só os loucos sabem
Charlie Brown J.
Agora eu sei exatamente o que fazer
Bom recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo irmão
Eu estava lá também
Um homem quando está em paz
Não quer guerra com ninguém
Eu segurei minhas lágrimas
Pois não queria demonstrar a emoção
Já que estava ali só pra observar
E aprender um pouco mais sobre a percepção
Eles dizem que é impossível encontrar o amorSem perder a razão
Mas pra quem tem pensamento forte
O impossível é só questão de opinião
E disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Toda positividade eu desejo a você
Pois precisamos disso nos dias de luta
O medo segue os nossos sonhos
O medo segue os nossos sonhos
Menina linda, eu quero morar na sua rua
Você deixou saudade
Você deixou saudade
Quero te ver outra vez
Quero te ver outra vez
Você deixou saudade
Agora eu sei exatamente o que fazer
Vou recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo irmão, eu estava lá também
Um homem quando esta em paz não quer guerra com ninguém.
Tempo Perdido
Legião Urbana
Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo
Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder
Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E Selvagem! Selvagem!
Selvagem!
Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens
Tão Jovens! Tão Jovens!
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Proposta de Produção - O mistério
No dia 25/02, a professora Ilvanita de Português, nos propôs a fazer uma produção de texto.
Proposta: Continue a história dando um desfecho extraordinário, fantástico para a personagem.
No clarão do meio - dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca. Tudo que ele queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.
Ao subir o morro, atrás das dunas...
Ao subir o morro, atrás das dunas, ele encontra uma menina. Ela era bonita, morena, tinha olhos azuis e aproximadamente 16 anos. Parecia desesperada, como se tivesse fugindo de algo ou alguém. Ele observou, não havia mais ninguém ali.
Continuou andando, foi em direção á ela, perguntou:
- Qual é seu nome? - Nessa hora, suas pernas tremiam.
- Quem é você? - Perguntou ela , com um tom de voz meio tremula.
- Sou Pedro, não vou machuca-lá. Você parece assustada e com medo. Alguém te machucou? Você está fugindo de alguém?
- Não! Só preciso ir embora daqui, você por acaso tem água para me dar?
- Claro, beba!
Pedro ofereceu seu restante de água.
Eles começaram a caminhar, ela parecia mais calma agora. Pedro observava seus olhos, eles o traziam confiança.
Então ela o olhou e disse:
- Obrigada!
- Pelo oque? disse Pedro espantado.
- Por ser humilde e me dar um gole d'água. De todos os homens que passavam aqui, você foi o único que me ajudou.
- E os outros te ignoraram?
- Não, apenas não foram humildes o suficientes, eles só queriam me abusar.
Ele sorriu, continuou a caminhar sozinho. Quando se virou para se despedir, ela tinha desaparecido. Triste, falou pra si próprio:
- Eu nem mesmo sabia seu nome.
Texto de minha própria autoria.
Proposta: Continue a história dando um desfecho extraordinário, fantástico para a personagem.
No clarão do meio - dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca. Tudo que ele queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.
Ao subir o morro, atrás das dunas...
O mistério
No clarão do meio - dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca.
Tudo que ele queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua
caminhada.Ao subir o morro, atrás das dunas, ele encontra uma menina. Ela era bonita, morena, tinha olhos azuis e aproximadamente 16 anos. Parecia desesperada, como se tivesse fugindo de algo ou alguém. Ele observou, não havia mais ninguém ali.
Continuou andando, foi em direção á ela, perguntou:
- Qual é seu nome? - Nessa hora, suas pernas tremiam.
- Quem é você? - Perguntou ela , com um tom de voz meio tremula.
- Sou Pedro, não vou machuca-lá. Você parece assustada e com medo. Alguém te machucou? Você está fugindo de alguém?
- Não! Só preciso ir embora daqui, você por acaso tem água para me dar?
- Claro, beba!
Pedro ofereceu seu restante de água.
Eles começaram a caminhar, ela parecia mais calma agora. Pedro observava seus olhos, eles o traziam confiança.
Então ela o olhou e disse:
- Obrigada!
- Pelo oque? disse Pedro espantado.
- Por ser humilde e me dar um gole d'água. De todos os homens que passavam aqui, você foi o único que me ajudou.
- E os outros te ignoraram?
- Não, apenas não foram humildes o suficientes, eles só queriam me abusar.
Ele sorriu, continuou a caminhar sozinho. Quando se virou para se despedir, ela tinha desaparecido. Triste, falou pra si próprio:
- Eu nem mesmo sabia seu nome.
Texto de minha própria autoria.
DICAS DE FRASES
" Porque em cada pedaço de mim, sempre haverá um pedaço de você. "
- Diário de uma paixão - Nicholas Sparks.
"- Porque - disse ela - quando você tem medo e faz mesmo assim, isso é coragem."
- Coraline - Neil Gaiman.
" As pessoas não choram porque o amor acaba. Elas choram porque ele continua , mesmo quando está tudo terminado."
- Desconhecido.
“Costumamos valorizar o raro e rejeitar o comum,
porém, não nos damos conta que pela procura do incomum, o comum pode
acabar se tornando raro pela decadência de apreciação.”
| - Lucas Aurelio. |
" Encontramos as pessoas que devemos encontrar, no tempo certo. "
- Terra de Sombras - Os imortais.
“Esse pode não ser o lugar em que você sempre quis
estar, mas pode ser o seu ponto de partida. Vamos lá, descruze esses
braços, e siga em frente.”
| - Lucas Aurelio |
“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou…”
| - O Pequeno Principe |
domingo, 28 de abril de 2013
Síntese do conto Venha ver o pôr-do-dol - de Lygia Fagundes Telles
FONTE:http://www.beatrix.pro.br/index.php/venha-ver-o-por-do-sol-lygia-fagundes-telles/
Em um cemitério abandonado, ocorre um ultimo encontro entre duas pessoas que já formaram um casa, no passado. Um rapaz esguio e magro, metido num largo blusão azul-marinho, cabelos crescidos e bagunçados. Ao ver a ex-namorada, sorri.
Ele propôs a Raquel ver o "pôr-do-sol mais lindo do mundo", porém em um cemitério.
Depois de algum tempo Raquel quer ir embora. Então, Ricardo fala sobre um amor de infância, uma prima que morreu aos quinze anos de idade e que tinha os olhos parecidos com os de Raquel, calmos como ele dizia. A uma capelinha distante dali, Ricardo convence ela a descer para a catacumba, para que ela observe a semelhança dos olhos da prima Maria Emília, por meio de uma fotografia onde estaria enterrada.
Com dois fósforos acesos, lê a discrição no túmulo:
" Maria Emília, nascido em 1892 e falecida aos quinze anos". Raquel se assusta, pois ela tinha morrido á mais de 100 anos, mas quando se vira, Ricardo fecha as portas. Ela grita desesperada.
Do lado de fora, ele fala que ela virá o pôr-do-sol mais lindo de todos, então ele se afasta do cemitério, até que não á escute mais.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Biografia de Lygia Fagundes Telles
Lygia de Azevedo nasceu no dia 19 de abril de 1923, na capital paulista. Seu pai era advogado e sua mãe uma pianista. Por seu pai ser advogado, Lygia passou grande parte de sua infância em cidades do interior onde seu pai atuava como promotor. Ainda em sua infância, com apenas 13 anos, seus pais se separaram.
Seu primeiro livro de contos foi publicado algum tempo depois, com a ajuda financeira de seu pai, que pagou para a edição do mesmo. Depois começa a faculdade de Direito, e a partir daí, começou a freqüentar algumas rodas literárias. Com isso, ela finalmente publicou seu segundo livro de contos com o título “Praia Viva”.
Alguns anos se passam e ela começa a escrever seu primeiro romance “Ciranda de Pedra” e no ano seguinte sua mãe veio a falecer.
Lygia, no decorrer de sua carreira ganhou vários prêmios, onde um dos últimos foi o conquistado no ano de 2005 quando recebeu o Prêmio Camões, o mais importante da Língua Portuguesa.
Obras da autora:
Contos:
Porão e sobrado, 1938
Praia viva, 1944
O cacto vermelho, 1949
Histórias do desencontro, 1958
Histórias escolhidas, 1964
O jardim selvagem, 1965
Antes do baile verde, 1970
Seminário dos ratos, 1977
Filhos pródigos, 1978 (reeditado como A estrutura da bolha de sabão, 1991)
A disciplina do amor, 1980
Mistérios, 1981
A noite escura e mais eu, 1995
Venha ver o por do sol
Oito contos de amor
Invenção e Memória, 2000 (Prêmio Jabuti)
Durante aquele estranho chá: perdidos e achados, 2002
Meus contos preferidos, 2004
Histórias de mistério, 2004
Meus contos esquecidos, 2005
Romances:
Ciranda de pedra, 1954
Verão no aquário, 1963
As meninas, 1973
As horas nuas, 1989
Antologias:
Seleta, 1971 (organização, estudos e notas de Nelly Novaes Coelho)
Lygia Fagundes Telles, 1980 (organização de Leonardo Monteiro)
Os melhores contos de Lygia F. Telles, 1984 (seleção de Eduardo Portella)
Venha ver o pôr-do-sol, 1988 (seleção dos editores - Ática)
A confissão de Leontina e fragmentos, 1996 (seleção de Maura Sardinha)
Oito contos de amor, 1997 (seleção de Pedro Paulo de Sena Madureira)
Pomba enamorada, 1999 (seleção de Léa Masima).
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Ekoaboka
Com base no livro Ekoaboka- Jornadas na Amazônia , de Ana Gibson, eu e meu grupo descobrimos inúmeras coisas sobre o desmatamento que ocorre na Amazônia, e que em grande parte acaba destruindo até mesmo terras pertencentes aos índios. O capítulo do livro que aborda esse assunto é o capítulo 3. Nesse capitulo , é abordado sobre o desmatamento ilegal. Para a comparação e para que aprofundemos, entendêssemos mais sobre o desmatamento ilegal , trouxemos uma parte do filme Tainá parte 2, onde também a uma certa relevância na abordagem do tema desmatamento ilegal:
Também fizemos um soneto relacionado ao livro no capitulo 3 também. Nele é representado a caça de Alex com Catu, onde eles avistam uma madeireira ilegal devastando a propriedade dos índios e seguidamente da vida amorosa de Catu e Chantal, o soneto é de minha autoria e do meu grupo :
Experiências
O jovem índio ajuda Alex
E arco e flecha passam a treinar
Depois de muito esforço
Os dois juntos saem para caçar.
Alex não consegue compreender
Uma madeireira ele avista
E assim para Kiko passa a escrever.
Catu um belo rapaz
Faz Chantal parecer mais amorosa
Mas após pedrinhas atacar
Ela vai para casa completamente furiosa.
Mas o mal entendido ela entendeu
De suas atitudes se arrependeu
E o beijo esperado ela recebeu.
Mostramos também uma música, ela se chama Índio do Brasil de David Assayag. Escolhemos essa música com a semelhança com o livro onde aborda o assunto de madeireira ilegal.
Índio do Brasil
David Assayag
Sou igara nessas águas
Sou a seiva dessas matas
E o ruflar das asas de um beija-flor!
Eu vivia em plena harmonia com a natureza
Mas um triste dia, o kariwa invasor
No meu solo sagrado pisou.
Desbotando o verde das florestas,
Garimpando o leito desses rios
Já são cinco séculos de exploração
Mas a resistência ainda pulsa no meu coração
Na cerâmica marajoara, no remo sateré
Na plumária ka'apor, na pintura kadiwéu
No muiraquitã da icamiaba
Na zarabatana makú, no arco mundurukú
No manto tupinambá, na flecha kamayurá
Na oração dessana
Canta índio do brasil
Canta índio do brasil
Anauê nhandevá, anauê hei, hei, hei!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada Brasil".
David Assayag
Sou igara nessas águas
Sou a seiva dessas matas
E o ruflar das asas de um beija-flor!
Eu vivia em plena harmonia com a natureza
Mas um triste dia, o kariwa invasor
No meu solo sagrado pisou.
Desbotando o verde das florestas,
Garimpando o leito desses rios
Já são cinco séculos de exploração
Mas a resistência ainda pulsa no meu coração
Na cerâmica marajoara, no remo sateré
Na plumária ka'apor, na pintura kadiwéu
No muiraquitã da icamiaba
Na zarabatana makú, no arco mundurukú
No manto tupinambá, na flecha kamayurá
Na oração dessana
Canta índio do brasil
Canta índio do brasil
Anauê nhandevá, anauê hei, hei, hei!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada Brasil".
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dicas de filmes
Bom, aqui está um lista de filmes que recomendo bastante:
As aventuras de Pi
As Aventuras de Pi (Life of Pi) é dirigido pelo mestre Ang Lee, e é um filme de aventura dramática estrelado por Suraj Sharma, Irrfan Khan, Tabu, Adil Hussain, Rafe Spall, entre outros nomes em seus respectivos papéis. O filme As Aventuras de Pi foi escrito por David Magee e foi baseado no livro de 2001 escrito por Yann Martel.
Antes mesmo de seu lançamento, já se tinha expectativas muito altas, devido ao grande investimento em divulgação com trailers que eram bastante impressionantes, prometendo elenco de estrelas, em pré apresentações recebeu diversos de elogios de vários festivais de cinema, e muito mais. E para superar as expectativas o filme nos entrega uma obra prima, digna de ser guardada na história no meio de grandes aventuras como Senhor dos Anéis e Harry Potter. Você podê não ter gostado de algum desses dois filmes que mencionei, porém não se pode tirar o mérito do tremendo sucesso de crítica e bilheterias que eles conquistaram.
Planeta dos Macacos - a origem
O filme Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes), dirigido por Rupert Wyatt, conta a história de Will Rodman (interpretado por James Franco), um cientista em busca da cura para o Mal de Alzheimer, que faz aplicações em macacos para testar sua nova fórmula. Quando aparentemente estava tudo certo na pesquisa o macaco usado nos testes tem um ataque quebrando tudo no laboratório, e onde ele tem que ser sacrificado.
Harry Potter e as relíquias da morte - parte 2
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Produção Textual - O final inesperado
Finalmente o grande dia da vida de Michele chegou, o dia em que se casaria com Leandro. Ela estava feliz e nervosa ao mesmo tempo. Se vestia com um maravilhoso vestido branco todo rendado, usava uma coroa com pedras de diamante, seus sapatos brancos que brilhavam e sua linda maquiagem discreta ao mesmo tempo ousada. Ela estava divina, fabulosa.
Ela entrou na igreja com seu pai. Seu noivo demostrava emoção em seu olhar. Seus passos estavam no ritmo da música; calmos. O seu coração batia cada vez mais rápido. E uma lagrima caiu.
Então, chegou a hora em que eles diziam se eles os aceitavam como marido e mulher. Os dois se olharam, Leandro estava tenso, parecia que estava prestes a chorar de felicidade, e sua resposta foi aceito. Já Michele, com lagrimas nos olhos ficou um tempo em silencio, começou a observar todos ali presentes paralisada; com seus olhos fixos em Leandro, começou a chorar. Quando todos pensaram que ela iria responder, saiu correndo a caminho da porta da igreja. Todos ficaram surpresos e foram atrás dela. Lá estava, sentada na garupa de uma moto, atrás de um homem estranho onde ninguém o conhecia.
Olhou para seus familiares e em seguida para Leandro, que estava surpreso e com um expressão de tristeza. Pediu desculpas, e que ela não podia se casar com ele agora porque não estava preparada para dar o próximo passo.
Depois do pôr do sol, Michele recebeu um telefonema de sua mãe. Leandro tinha se suicidado. Nessa hora , ela deixou o telefone cair e se sentou. Então, uma lágrima caiu de seu rosto, ela se sentia culpada. Ela o amava mais que tudo nessa vida.
Ela entrou na igreja com seu pai. Seu noivo demostrava emoção em seu olhar. Seus passos estavam no ritmo da música; calmos. O seu coração batia cada vez mais rápido. E uma lagrima caiu.
Então, chegou a hora em que eles diziam se eles os aceitavam como marido e mulher. Os dois se olharam, Leandro estava tenso, parecia que estava prestes a chorar de felicidade, e sua resposta foi aceito. Já Michele, com lagrimas nos olhos ficou um tempo em silencio, começou a observar todos ali presentes paralisada; com seus olhos fixos em Leandro, começou a chorar. Quando todos pensaram que ela iria responder, saiu correndo a caminho da porta da igreja. Todos ficaram surpresos e foram atrás dela. Lá estava, sentada na garupa de uma moto, atrás de um homem estranho onde ninguém o conhecia.
Olhou para seus familiares e em seguida para Leandro, que estava surpreso e com um expressão de tristeza. Pediu desculpas, e que ela não podia se casar com ele agora porque não estava preparada para dar o próximo passo.
Depois do pôr do sol, Michele recebeu um telefonema de sua mãe. Leandro tinha se suicidado. Nessa hora , ela deixou o telefone cair e se sentou. Então, uma lágrima caiu de seu rosto, ela se sentia culpada. Ela o amava mais que tudo nessa vida.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Síntese do conto As cerejas - de Lygia Fagundes Telles
FONTE:https://www.facebook.com/RevistaDaCultura
As belas cerejas despencando-se no chão, em meio aos relâmpagos que apagara a luz...
Júlia corria de um lado para o outro, procurando auxiliar a Madrinha que alvoroçada organizava a casa, cuidando de todos os detalhes, para receber a visita da Tia Olívia (sua prima). Dionízia, a cozinheira, desdobrava-se com as novas receitas para agradá-la.
Com um galho de cerejas ornamentando o decote, a vaidosa tia Olívia, enfastiada e lânguida, abana-se com uma ventarola chinesa, incomodada com a temperatura do local. Júlia ficara encantada. Só conhecia cerejas nas folhinhas.
Marcelo, outro membro da família. Elegante, porém crítico e esnobe, parente Alberto, marido da Madrinha, chegara antes dela para passar as férias. Ele e a tia Olívia destacavam-se como alguém superior, especial. Ambos tinham estado na Europa. Ela falava e andava devagar com uma voz mansa de um gato manhoso e preguiçoso. Os dois pareciam se estranhar ou havia algo de oculto no ar.
Certo dia, cai um temporal estarrecedor, deixando a casa em trevas. Em meio de um relâmpago que rasgou a escuridão, Júlia visualiza dois corpos tombando enlaçados no divã. Surpresa e cambaleante, recolhe-se assustada. Chorava como criança. Ficara doente. No dia seguinte, o Marcelo fora embora.
Dois dias após, a tia Olívia parte também. Ao se despedir, como para se redimir com a ingênua menina, deixa-lhe carinhosamente o galho de cerejas de lembrança; pois despertava-lhe curiosidade e encanto.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Curumim Poranga
A professora Ilvanita, pediu que nós lesemos o texto do Corumim
Poranga de Neli Guiguier, e o transformasse em forma de um poema (
soneto ).
De Manaus a São Paulo.
O computador liguei
E, acredite ou não, encontrei!
Um nome bem estranho e sugestivo achei,
cliquei no nome dele e perguntei.
Seu nome é assim?
Ele me respondeu que não é Curumim.
Disse que sua mãe falou do parque Ibirapuera.
E fazia capoeira onde comprava quirera.
Mas o que vocês não vão acreditar,
que quando falei que queria aprender tupi,
ele começou a gargalhar de mim.
Ele disse que algumas palavras sabia falar,
como caju, maracujá , pipoca,
pirão, jabuticaba e mandioca !
De Manaus a São Paulo.
O computador liguei
E, acredite ou não, encontrei!
Um nome bem estranho e sugestivo achei,
cliquei no nome dele e perguntei.
Seu nome é assim?
Ele me respondeu que não é Curumim.
Disse que sua mãe falou do parque Ibirapuera.
E fazia capoeira onde comprava quirera.
Mas o que vocês não vão acreditar,
que quando falei que queria aprender tupi,
ele começou a gargalhar de mim.
Ele disse que algumas palavras sabia falar,
como caju, maracujá , pipoca,
pirão, jabuticaba e mandioca !
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Síntese do conto Laços de Familia - Clarice Lispector
FONTE: http://www.not1.xpg.com.br/livro-lacos-de-familia-de-clarice-lispector-sinopse-e-vida-da-autora/
Após duas semanas na casa da filha Severina vai voltar para a casa.
Ela é uma mulher muito severa, que julga o modo como a filha Catarina educa seu filho.
Antônio marido de Catarina ficou muito contente com a ida da sogra, pois eles brigavam muito um com o outro mais na hora da despedida foi muito diferente os dois mostraram afeto e carrinho.
No caminho para a estação o taxi deu uma freada e a filha e mãe foram jogadas uma contra a outra. Depois disso elas não se falaram e nunca tiveram um afeto pela a outra, diferente do pai de que ela tinha muitos sentimentos por ele.
Alguns minutos antes de Severina embarcar a filha e ela se despediram ela queriam expressar um sentimento para a outra mais Severina foi embora sem dizer.
Ao voltar para a casa Catarina voltou muito diferente, ela levou o filho dela para passear e Antônio achou isso esquisito pois Catarina sentia melhor ficando sozinha.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Síntese do conto Felicidade Clandestina - De Clarice Lispector
Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nos todas ainda éramos achatadas.
Pouco aproveitada. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas , de cabelos livre. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou- me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o me emprestaria.
No dia seguinte fui á sua casa, literalmente correndo. Nao me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado a livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo.
No outro dia, lá estava eu á porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. E assim continuou. Quanto tempo? Nao sei. Ela sabia que era tempo indefinido.
Eu ia diariamente á sua casa, sem faltar um dia sequer. Ás vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina.
Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
Peguei o livro. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
Chegando em casa, não comecei a ler . Fingia que não tinha , só para ter o susto de o ter. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
Ás vezes sentava-me na rede, balançando- me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
Nao era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Síntese do conto Feliz Aniversário - Clarice Lispector
FONTE: http://vivendofelizsemgluten.blogspot.com.br/2011/07/festa-de-aniversario.html
O conto ``Feliz Aniversário´´ relata a história de um velinha de 89 anos que irá fazer aniversário, ela tem 7 filhos e mora com sua filha Zilda.
A filha tinha convidado para a festa os irmãos e as esposas dos irmãos, com a mesa pronta a aniversáriante estava sentada na mesa, enquanto isso vinham chegando os convidados.
A chegada dos convidados tinha sido desastrosa, porque a aniversáriante não estava participando de sua própria festa.
Todos tinham cantado parabéns e depois a neta tinha pedido para ela cortar o bolo, então a aniversáriante fez uma brutalidade.
Depois do parabéns ela continuou a observar os convidados e então ela cuspiu no chão, então para a festa não ficar daquele jeito um dos filhos resolveu fazer um discurso em homenagem a aniversáriante, quando anoiteceu os convidados foram embora.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Síntese do conto O Búfalo - Clarice Lispector
FONTE: http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/bufalo_africano.htm
A mulher que foi rejeitada pelo homem resolveu ir ao zoológico para ver o ódio do animais. Mas quando ela encontrou foi ao contrario, os animais estavam demostrando sentimentos amorosos ao invés de demostrarem ódio.
Ficou procurando ódio em todos os animais do zoológico leão, girafa, macaco e até no camelo.
Quando ela estava andando no zoológico encontrou um búfalo muito forte. A mulher começou a provocá-lo tacando pedras e gritando para ver a reação dele.
Dentro dela havia nascido um ódio então o búfalo começou a encarar ela, ficou espantada com o olhar do búfalo mas estava ``presa´´.
Antes de seu corpo cair no chão, ela viu apenas o céu e o búfalo.
domingo, 31 de março de 2013
Síntese do livro Ekoaboka
FONTE: http://oqueosollhosleem.blogspot.com.br/2013/04/livro-ekoaboka-jornadas-na-amazonia.html
Conclui que o livro ´´ Ekoaboka`` conta a história fascinante entre o povo da cidade urbana e o povo índigena.
Leo é um biólogo que tentava encontrar a cura da malária junto com o
seu amigo Babu na Amazônia. Nas férias sua família foi lá para a
Amazônia, eles ficaram num barco que chamava-se Vitória Regia.
Chantal era uma garota mimada que não gostava da floresta, ela achava
a floresta nojenta, ela tinha um irmão chamado Txai de 5 anos e o Alex
de 17 anos que considerava seu irmão, Chantal e Alex brigavam muito, mas
com as ferias eles foram se entendendo.
Alex era um menino curioso, um dia ele viu os índios fazendo um
ritual para a lua e a partir dai ele começa a querer visitar a aldeia.
Num certo dia Alex foi conhecer a aldeia, quando ele chegou lá os índios
passaram a mão no rosto dele como se fosse um ato de comprimento. Alex
ficou amigo de um índio chamado Catu esse índio apresentou o Alex para o
Cacique que deu o nome pro Alex de ´´ Abati ``.
Um dia Alex foi caçar junto com os índios da aldeia, enquanto os
índios estavam caçando Alex e Catu viram uma empresa asiáticas que
queria desmatar a área onde a tribo Abakêbyra vivia.
Alex tinha apresentado Catu para a Chantal que no primeiro olhar ela se apaixonou.
Chantal e Catu gostava muito um do outro, mas a mãe de Catu não, um
certo dia Taciatã mãe de Catu sonhou com uma flor marrom que Tupã dizia
que ela deveria entregar essa flor para a família de Chantal, mas ela
recusou só depois que o Cacique também teve o sonho que ela resolveu
entregar a flor para a família, que era o que faltava para a cura da
malária, então Leo e a família voltaram para o Rio de Janeiro, menos
Alex que decidiu ficar até o 2° semestre.
Síntese do conto Amor - Clarice Lispector
Ana era uma dona de casa muito preocupada com os afazeres, ela tinha marido, filhos e morava numa casa muito boa.
Um dia ela foi fazer as compras para o jantar e na volta ficou surpreendida com um cego que estava no ponto do bonde mascando chiclete com muita naturalidade, isso a incomodava muito porque mesmo ele apresentando dificuldades ele era feliz. Nesse mesmo instante ela ficou pensando que não era mais feliz daquele jeito a muito tempo.
Quando o bonde voltou a andar Ana deixou cair suas compras, os passageiros recolheram as compras e seguiram viagem.
A distração de Ana era tão grande que ela perdeu o ponto, então ela desceu próximo ao Jardim Botânico.
Ela ficou a tarde inteira observando pássaros, insetos, folhas, flores, terra e vento.
Quando lembrou que tinha afazeres, ela voltou para a casa diferente começou a ter mais amor pelo marido, filhos e até pela casa.
Jantaram com os amigos e crianças e depois Ana foi dormir junto com seu marido.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Biografia de Clarice Lispector
Clarice Lispector nasceu no dia 19 de dezembro de 1920, em Tchetchelnik na Ucrânia. Em 1925 a família muda-se para o Brasil em Recife, Pernambuco.
Em 1930, a mae de Clarice morre no dia 21 de setembro. Nessa época, com nove anos, matricula-se no Collegio Hebreo-Idisch-Brasileiro, onde termina o terceiro ano primário. Estuda piano, hebraico e iídiche. Uma ida ao teatro a inspira e ela escreve "Pobre menina rica", peça em três atos, cujos originais foram perdidos. Seu pai resolve adotar a nacionalidade brasileira.
No ano de 1942 começa a namorar com Maury Gurgel Valente, seu colega de faculdade. Com 22 anos de idade, recebe seu primeiro registro profissional, como redatora do jornal "A Noite". Lê Drummond, Cecília Meireles, Fernando Pessoa e Manuel Bandeira. Realiza cursos de antropologia brasileira e psicologia, na Casa do Estudante do Brasil. Nesse ano, escreve seu primeiro romance, Perto do coração selvagem. Ela se casa no próximo ano com Maury Gurgel Valente e termina o curso de Direito. Seu marido, por concurso, ingressa na carreira diplomática. Vao morar em Belém em 1944.
Clarice fica grávida de seu primeiro filho, dando a luz no dia 10 de setembro de 1948.
Em 1953, no dia 10 de fevereiro, nasce Paulo, seu segundo filho. Mãe, Clarice Lispector divide seu tempo entre os filhos, A Maçã no Escuro, os contos de Laços de Família e a literatura infantil. Nos Estados Unidos, Clarice conhece o renomado escritor Erico Veríssimo e sua esposa Mafalda, dos quais torna-se grande amiga. O escritor gaúcho e sua esposa são escolhidos para padrinhos de Paulo. Não tem sucesso seu projeto de escrever uma crônica semanal para a revista "Manchete". Tem a agradável notícia de que seu romance Perto do coração selvagem seria traduzido para o francês.
Em 1960,-Publica, finalmente, Laços de Família, seu primeiro livro de contos, pela editora Francisco Alves. Começa a assinar a coluna "Só para Mulheres", como "ghost-writer" da atriz Ilka Soares, no "Diário da Noite", a convite do jornalista Alberto Dines. Assina, com a Francisco Alves, novo contrato para a publicação de A maçã no escuro. Torna-se amiga da escritora Nélida Piñon.
No ano de 1966, na madrugada de 14 de setembro a escritora dorme com um cigarro aceso , provocando um incêndio. Seu quarto ficou totalmente destruído. Com inúmeras queimaduras pelo corpo, passou três dias sob o risco de morte — e dois meses hospitalizada. Quase tem sua mão direita amputada pelos médicos. O acidente mudaria em definitivo a vida de Clarice.
Em 1971, publica a coletânea de contos Felicidade clandestina, volume que inclui O ovo e a galinha, escrito sob o impacto da morte do bandido Mineirinho, assassinado pela polícia com treze tiros, no Rio de Janeiro. Há, também, um conjunto de escritos em que rememora a infância em Recife. Encarrega o professor Alexandre Severino da tradução, para o inglês, de Atrás do pensamento: monólogo com a vida. Dez de seus contos já publicados constam de "Elenco de cronistas modernos", lançado pela Editora Sabiá.
Foi hospitalizada pouco tempo depois da publicação do romance A Hora da Estrela com câncer inoperável no ovário, diagnóstico desconhecido por ela. Faleceu no dia 9 de dezembro de 1977,um dia antes de seu 57° aniversário.
Fonte: http://www.zun.com.br/clarice-lispector-biografia-e-obras/
Fonte: http://www.zun.com.br/clarice-lispector-biografia-e-obras/
quinta-feira, 21 de março de 2013
Síntese do conto Uma galinha - Clarice Lispector
Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra.
Foi então que aconteceu, a galinha pôs um ovo. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotando e desabotando os olhos. Só a menina que estava perto e assistiu tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:
- Mamãe, mamãe, não mate a galinha, ela pôs um ovo.
Todos correram de novo á cozinha e rodearam mudos. O pai, a mãe e a filha olhavam já algum tempo. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão
- Se você mandar matar esta galinha, nunca mais comerei galinha em minha vida!
- Eu também!- Jurou a menina com ardor.
A mãe, cansada, deu de ombros.
A galinha passou a morar com a família, tornou-se a rainha da casa. Todos, menos ela, sabiam disso.
Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Proposta de produção - O ataque dos gnomos
No dia 18/02, a professora Ilvanita nos pediu uma proposta de produção de texto.
Esse texto é de minha autoria.
Proposta: Imagine que você saiu de casa naquele domingo e no ônibus que você tornou , aconteceu algo inusitado que mexeu co você. Conte-nos esta história.
O ataque dos gnomos
Em um dia chuvoso, entrei dentro do ônibus super atrasada, com minha amiga Mariana. Hoje já estava com dor de cabeça por ter brigado com meus pais, para variar. Por sorte o ônibus estava completamente vazio, achei até estranho, geralmente ele está cheio e não há nem lugar para se sentar. Percebi que não tinha reparado se estava no ônibus certo ou não.
Me sentei, dormir por algum tempo. Quando acordei me assustei e comecei a gritar. Eu via gnomos. Eles eram baixinhos, gordinhos, tinham olhos grandes e pretos e um cabelo arrepiado da cor laranja. Eles pareciam nervosos e irritados, achei que fosse um sonho, mais quando olhei minha amiga amarrada, fiquei arrepiada e vi que apesar do tamanho, eles eram bem espertos. Começaram a correr de um lado para o outro raivosos. Os gnomos falavam estranho, não os entendia. Num estante, eles regalaram aqueles olhos escuros em pânico.
Eles saíram saltando para fora do ônibus. Mariana com as mãos tremulas, me disse que era pela luz do sol que estava refletindo no ônibus naquela manhã.
Descemos correndo do ônibus. Paramos; Nos olhamos até então Mariana confirmar que estávamos no ônibus errado.
Saímos dando risada e voltamos para casa. Sentamos no sofá, e refletimos. É, tínhamos visto gnomos.
Esse texto é de minha autoria.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Influência indígena nas palavras
FONTE: http://indiosdobrasilsomostodosirmaos.blogspot.com.br/2009/03/o-kuarup.html No livro Mini Larousse da Língua Portuguesa de Maria Fernandes, procuramos as palavras com influência indígena.
Encontramos palavras sobre vestuário, comida, ações, entre outros. Tinham palavras que já ouvimos falar, as que descobrimos e as que conhecemos como por exemplo jacaré.Também as palavras que conhecemos com um sentido, e elas possuíam outro como a palavra utilitário. O livro fala sobre a cultura e o vocabulário indígena, por exemplo mandioca, que significa aipim ou macaxeira.
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