Com base no livro Ekoaboka- Jornadas na Amazônia , de Ana Gibson, eu e meu grupo descobrimos inúmeras coisas sobre o desmatamento que ocorre na Amazônia, e que em grande parte acaba destruindo até mesmo terras pertencentes aos índios. O capítulo do livro que aborda esse assunto é o capítulo 3. Nesse capitulo , é abordado sobre o desmatamento ilegal. Para a comparação e para que aprofundemos, entendêssemos mais sobre o desmatamento ilegal , trouxemos uma parte do filme Tainá parte 2, onde também a uma certa relevância na abordagem do tema desmatamento ilegal:
Também fizemos um soneto relacionado ao livro no capitulo 3 também. Nele é representado a caça de Alex com Catu, onde eles avistam uma madeireira ilegal devastando a propriedade dos índios e seguidamente da vida amorosa de Catu e Chantal, o soneto é de minha autoria e do meu grupo :
Experiências
O jovem índio ajuda Alex
E arco e flecha passam a treinar
Depois de muito esforço
Os dois juntos saem para caçar.
Alex não consegue compreender
Uma madeireira ele avista
E assim para Kiko passa a escrever.
Catu um belo rapaz
Faz Chantal parecer mais amorosa
Mas após pedrinhas atacar
Ela vai para casa completamente furiosa.
Mas o mal entendido ela entendeu
De suas atitudes se arrependeu
E o beijo esperado ela recebeu.
Mostramos também uma música, ela se chama Índio do Brasil de David Assayag. Escolhemos essa música com a semelhança com o livro onde aborda o assunto de madeireira ilegal.
Índio do Brasil
David Assayag
Sou igara nessas águas
Sou a seiva dessas matas
E o ruflar das asas de um beija-flor!
Eu vivia em plena harmonia com a natureza
Mas um triste dia, o kariwa invasor
No meu solo sagrado pisou.
Desbotando o verde das florestas,
Garimpando o leito desses rios
Já são cinco séculos de exploração
Mas a resistência ainda pulsa no meu coração
Na cerâmica marajoara, no remo sateré
Na plumária ka'apor, na pintura kadiwéu
No muiraquitã da icamiaba
Na zarabatana makú, no arco mundurukú
No manto tupinambá, na flecha kamayurá
Na oração dessana
Canta índio do brasil
Canta índio do brasil
Anauê nhandevá, anauê hei, hei, hei!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada Brasil".
David Assayag
Sou igara nessas águas
Sou a seiva dessas matas
E o ruflar das asas de um beija-flor!
Eu vivia em plena harmonia com a natureza
Mas um triste dia, o kariwa invasor
No meu solo sagrado pisou.
Desbotando o verde das florestas,
Garimpando o leito desses rios
Já são cinco séculos de exploração
Mas a resistência ainda pulsa no meu coração
Na cerâmica marajoara, no remo sateré
Na plumária ka'apor, na pintura kadiwéu
No muiraquitã da icamiaba
Na zarabatana makú, no arco mundurukú
No manto tupinambá, na flecha kamayurá
Na oração dessana
Canta índio do brasil
Canta índio do brasil
Anauê nhandevá, anauê hei, hei, hei!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada Brasil".
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