terça-feira, 30 de abril de 2013

DICAS DE MÚSICAS

Bom, aqui estão algumas sugestões de musicas em variados gêneros. Aqui abaixo, segue essa lista:

Só os loucos sabem
Charlie Brown J.
Agora eu sei exatamente o que fazer
Bom recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo irmão
Eu estava lá também
Um homem quando está em paz
Não quer guerra com ninguém
Eu segurei minhas lágrimas
Pois não queria demonstrar a emoção
Já que estava ali só pra observar
E aprender um pouco mais sobre a percepção
Eles dizem que é impossível encontrar o amor
Sem perder a razão
Mas pra quem tem pensamento forte
O impossível é só questão de opinião
E disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Toda positividade eu desejo a você
Pois precisamos disso nos dias de luta
O medo segue os nossos sonhos
O medo segue os nossos sonhos
Menina linda, eu quero morar na sua rua
Você deixou saudade
Você deixou saudade
Quero te ver outra vez
Quero te ver outra vez
Você deixou saudade
Agora eu sei exatamente o que fazer
Vou recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo irmão, eu estava lá também
Um homem quando esta em paz não quer guerra com ninguém.




Tempo Perdido
 Legião Urbana

Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo
Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder
Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E Selvagem! Selvagem!
Selvagem!
Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens
Tão Jovens! Tão Jovens!





segunda-feira, 29 de abril de 2013

Proposta de Produção - O mistério

      No dia 25/02, a professora Ilvanita de Português, nos propôs a fazer uma produção de texto.

      Proposta: Continue a história dando um desfecho extraordinário, fantástico para a personagem.

    No clarão do meio - dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca. Tudo que ele queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.
    Ao subir o morro, atrás das dunas...
   
                                                    O mistério
   No clarão do meio - dia, Pedro caminhava pela terra quente e seca. Tudo que ele queria era encontrar uma sombra para dar uma pausa em sua caminhada.
  Ao subir o morro, atrás das dunas, ele encontra uma menina. Ela era bonita, morena, tinha olhos azuis e aproximadamente 16 anos. Parecia desesperada, como se tivesse fugindo de algo ou alguém. Ele observou, não havia mais ninguém ali.
  Continuou andando, foi em direção á ela, perguntou:
  - Qual é seu nome? - Nessa hora, suas pernas tremiam.
  - Quem é você? - Perguntou ela , com um tom de voz meio tremula.
  - Sou Pedro, não vou machuca-lá. Você parece assustada e com medo. Alguém te machucou? Você está fugindo de alguém?
  - Não! Só preciso ir embora daqui, você por acaso tem água para me dar?
  - Claro, beba!
  Pedro ofereceu seu restante de água.
  Eles começaram a caminhar, ela parecia mais calma agora. Pedro observava seus olhos, eles o traziam confiança.
  Então ela o olhou e disse:
  - Obrigada!
  - Pelo oque? disse Pedro espantado.
  - Por ser humilde e me dar um gole d'água. De todos os homens que passavam aqui, você foi o único que me ajudou.
  - E os outros te ignoraram?
  - Não, apenas não foram humildes o suficientes, eles só queriam me abusar.
  Ele sorriu, continuou a caminhar sozinho. Quando se virou para se despedir, ela tinha desaparecido. Triste, falou pra si próprio:
  - Eu nem mesmo sabia seu nome.

 Texto de minha própria autoria.
  

DICAS DE FRASES

" Porque em cada pedaço de mim, sempre haverá um pedaço de você. "
- Diário de uma paixão - Nicholas Sparks.

"- Porque - disse ela - quando você tem medo e faz mesmo assim, isso é coragem."
- Coraline - Neil Gaiman.

" As pessoas não choram porque o amor acaba. Elas choram porque ele continua , mesmo quando está tudo terminado."
- Desconhecido.

Costumamos valorizar o raro e rejeitar o comum, porém, não nos damos conta que pela procura do incomum, o comum pode acabar se tornando raro pela decadência de apreciação.
                                                               - Lucas Aurelio.

" Encontramos as pessoas que devemos encontrar, no tempo certo. "
     - Terra de Sombras - Os imortais.


Esse pode não ser o lugar em que você sempre quis estar, mas pode ser o seu ponto de partida. Vamos lá, descruze esses braços, e siga em frente.

                                                              - Lucas Aurelio

É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou…
- O Pequeno Principe










domingo, 28 de abril de 2013

Síntese do conto Venha ver o pôr-do-dol - de Lygia Fagundes Telles

 

              FONTE:http://www.beatrix.pro.br/index.php/venha-ver-o-por-do-sol-lygia-fagundes-telles/
 
     Em um cemitério abandonado, ocorre um ultimo encontro entre duas pessoas que já formaram um casa, no passado. Um rapaz esguio e magro, metido num largo blusão azul-marinho, cabelos crescidos e bagunçados. Ao ver a ex-namorada, sorri.
     Ele propôs a Raquel ver o "pôr-do-sol mais lindo do mundo", porém em um cemitério.
     Depois de algum tempo Raquel quer ir embora. Então, Ricardo fala sobre um amor de infância, uma prima que morreu aos quinze anos de idade e que tinha os olhos parecidos com os de Raquel, calmos como ele dizia. A uma capelinha distante dali, Ricardo convence ela a descer para a catacumba, para que ela observe a semelhança dos olhos da prima Maria Emília, por meio de uma fotografia onde estaria enterrada.
    Com dois fósforos acesos, lê a discrição no túmulo:
    " Maria Emília, nascido em 1892 e falecida aos quinze anos". Raquel se assusta, pois ela tinha morrido á mais de 100 anos, mas quando se vira, Ricardo fecha as portas. Ela grita desesperada.
    Do lado de fora, ele fala que ela virá o pôr-do-sol mais lindo de todos, então ele se afasta do cemitério, até que não á escute mais.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Biografia de Lygia Fagundes Telles


    Lygia de Azevedo nasceu no dia 19 de abril de 1923, na capital paulista. Seu pai era advogado e sua mãe uma pianista. Por seu pai ser advogado, Lygia passou grande parte de sua infância em cidades do interior onde seu pai atuava como promotor. Ainda em sua infância, com apenas 13 anos, seus pais se separaram.
    Seu primeiro livro de contos foi publicado algum tempo depois, com a ajuda financeira de seu pai, que pagou para a edição do mesmo. Depois começa a faculdade de Direito, e a partir daí, começou a freqüentar algumas rodas literárias. Com isso, ela finalmente publicou seu segundo livro de contos com o título “Praia Viva”.
    Alguns anos se passam e ela começa a escrever seu primeiro romance “Ciranda de Pedra” e no ano seguinte sua mãe veio a falecer.
    Lygia, no decorrer de sua carreira ganhou vários prêmios, onde um dos últimos foi o conquistado no ano de 2005 quando recebeu o Prêmio Camões, o mais importante da Língua Portuguesa.

Obras da autora:

 Contos:
Porão e sobrado, 1938
Praia viva, 1944
O cacto vermelho, 1949
Histórias do desencontro, 1958
Histórias escolhidas, 1964
O jardim selvagem, 1965
Antes do baile verde, 1970
Seminário dos ratos, 1977
Filhos pródigos, 1978 (reeditado como A estrutura da bolha de sabão, 1991)
A disciplina do amor, 1980
Mistérios, 1981
A noite escura e mais eu, 1995
Venha ver o por do sol
Oito contos de amor
Invenção e Memória, 2000 (Prêmio Jabuti)
Durante aquele estranho chá: perdidos e achados, 2002
Meus contos preferidos, 2004
Histórias de mistério, 2004
Meus contos esquecidos, 2005


Romances:

Ciranda de pedra, 1954
Verão no aquário, 1963
As meninas, 1973
As horas nuas, 1989


Antologias:
Seleta, 1971 (organização, estudos e notas de Nelly Novaes Coelho)

Lygia Fagundes Telles, 1980 (organização de Leonardo Monteiro)

Os melhores contos de Lygia F. Telles, 1984 (seleção de Eduardo Portella)

Venha ver o pôr-do-sol, 1988 (seleção dos editores - Ática)

A confissão de Leontina e fragmentos, 1996 (seleção de Maura Sardinha)

Oito contos de amor, 1997 (seleção de Pedro Paulo de Sena Madureira)

Pomba enamorada, 1999 (seleção de Léa Masima).

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ekoaboka



    Com base no livro Ekoaboka- Jornadas na Amazônia , de Ana Gibson, eu e meu grupo descobrimos inúmeras coisas sobre o desmatamento que ocorre na Amazônia, e que em grande parte acaba destruindo até mesmo terras pertencentes aos índios. O capítulo do livro que aborda esse assunto é o capítulo 3. Nesse capitulo , é abordado sobre o desmatamento ilegal. Para a comparação e para que aprofundemos, entendêssemos mais sobre o desmatamento ilegal , trouxemos uma parte do filme Tainá parte 2, onde também a uma certa relevância na abordagem do tema desmatamento ilegal:



 Também fizemos um soneto relacionado ao livro no capitulo 3 também. Nele é representado a caça de Alex com Catu, onde eles avistam uma madeireira ilegal devastando a propriedade dos índios e seguidamente da vida amorosa de Catu e Chantal, o soneto é de minha autoria e do meu grupo :


Experiências
O jovem índio ajuda Alex
E arco e flecha passam a treinar
Depois de muito esforço
Os dois juntos saem para caçar.

Alex não consegue compreender
Uma madeireira ele avista
E assim para Kiko passa a escrever.

Catu um belo rapaz
Faz Chantal parecer mais amorosa
Mas após pedrinhas atacar
Ela vai para casa completamente furiosa.

Mas o mal entendido ela entendeu

De suas atitudes se arrependeu
E o beijo esperado ela recebeu.


Mostramos também uma música, ela se chama Índio do Brasil de David Assayag. Escolhemos essa música com a semelhança com o livro onde aborda o assunto de madeireira ilegal.


Índio do Brasil
David Assayag
Sou igara nessas águas
Sou a seiva dessas matas
E o ruflar das asas de um beija-flor!
Eu vivia em plena harmonia com a natureza
Mas um triste dia, o kariwa invasor
No meu solo sagrado pisou.
Desbotando o verde das florestas,
Garimpando o leito desses rios
Já são cinco séculos de exploração
Mas a resistência ainda pulsa no meu coração
Na cerâmica marajoara, no remo sateré
Na plumária ka'apor, na pintura kadiwéu
No muiraquitã da icamiaba
Na zarabatana makú, no arco mundurukú
No manto tupinambá, na flecha kamayurá
Na oração dessana
Canta índio do brasil
Canta índio do brasil
Anauê nhandevá, anauê hei, hei, hei!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada Brasil".


       

terça-feira, 23 de abril de 2013

Dicas de filmes

 Bom, aqui está um lista de filmes que recomendo bastante:


  As aventuras de Pi 

 As Aventuras de Pi (Life of Pi) é dirigido pelo mestre Ang Lee, e é um filme de aventura dramática estrelado por Suraj Sharma, Irrfan Khan, Tabu, Adil Hussain, Rafe Spall, entre outros nomes em seus respectivos papéis. O filme As Aventuras de Pi foi escrito por David Magee e foi baseado no livro de 2001 escrito por Yann Martel.
 Antes mesmo de seu lançamento, já se tinha expectativas muito altas, devido ao grande investimento em divulgação com trailers que eram bastante impressionantes, prometendo elenco de estrelas, em pré apresentações recebeu diversos de elogios de vários festivais de cinema, e muito mais. E para superar as expectativas o filme nos entrega uma obra prima, digna de ser guardada na história no meio de grandes aventuras como Senhor dos Anéis e Harry Potter. Você podê não ter gostado de algum desses dois filmes que mencionei, porém não se pode tirar o mérito do tremendo sucesso de crítica e bilheterias que eles conquistaram.

Planeta dos Macacos - a origem

O filme Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of the Apes), dirigido por Rupert Wyatt, conta a história de Will Rodman (interpretado por James Franco), um cientista em busca da cura para o Mal de Alzheimer, que faz aplicações em macacos para testar sua nova fórmula. Quando aparentemente estava tudo certo na pesquisa o macaco usado nos testes tem um ataque quebrando tudo no laboratório, e onde ele tem que ser sacrificado.

     
 Harry Potter e as relíquias da morte - parte 2 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Produção Textual - O final inesperado

    Finalmente o grande dia da vida de Michele chegou, o dia em que se casaria com Leandro. Ela estava feliz e nervosa ao mesmo tempo. Se vestia com um maravilhoso vestido branco todo rendado, usava uma coroa com pedras de diamante, seus sapatos brancos que brilhavam e sua linda maquiagem discreta ao mesmo tempo ousada. Ela estava divina, fabulosa.
    Ela entrou na igreja com seu pai. Seu noivo demostrava emoção em seu olhar. Seus passos estavam no ritmo da música; calmos. O seu coração batia cada vez mais rápido. E uma lagrima caiu.
    Então, chegou a hora em que eles diziam se eles os aceitavam como marido e mulher. Os dois se olharam, Leandro estava tenso, parecia que estava prestes a chorar de felicidade, e sua resposta foi aceito. Já Michele, com lagrimas nos olhos ficou um tempo em silencio, começou a observar todos ali presentes paralisada; com seus olhos fixos em Leandro, começou a chorar. Quando todos pensaram que ela iria responder, saiu correndo a caminho da porta da igreja. Todos ficaram surpresos e foram atrás dela. Lá estava, sentada na garupa de uma moto, atrás de um homem estranho onde ninguém o conhecia.
   Olhou para seus familiares e em seguida para Leandro, que estava surpreso e com um expressão de tristeza. Pediu desculpas, e que ela não podia se casar com ele agora porque não estava preparada para dar o próximo passo.
   Depois do pôr do sol, Michele recebeu um telefonema de sua mãe. Leandro tinha se suicidado. Nessa hora , ela deixou o telefone cair e se sentou. Então, uma lágrima caiu de seu rosto, ela se sentia culpada. Ela o amava mais que tudo nessa vida.

                                        

                    

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Síntese do conto As cerejas - de Lygia Fagundes Telles




                   FONTE:https://www.facebook.com/RevistaDaCultura

   As belas cerejas despencando-se no chão, em meio aos relâmpagos que apagara a luz...
Júlia corria de um lado para o outro, procurando auxiliar a Madrinha que alvoroçada organizava a casa, cuidando de todos os detalhes, para receber a visita da Tia Olívia (sua prima). Dionízia, a cozinheira, desdobrava-se com as novas receitas para agradá-la.
Com um galho de cerejas ornamentando o decote, a vaidosa tia Olívia, enfastiada e lânguida, abana-se com uma ventarola chinesa, incomodada com a temperatura do local. Júlia ficara encantada. Só conhecia cerejas nas folhinhas.
     Marcelo, outro membro da família. Elegante, porém crítico e esnobe, parente Alberto, marido da Madrinha, chegara antes dela para passar as férias. Ele e a tia Olívia destacavam-se como alguém superior, especial. Ambos tinham estado na Europa. Ela falava e andava devagar com uma voz mansa de um gato manhoso e preguiçoso. Os dois pareciam se estranhar ou havia algo de oculto no ar.
Certo dia, cai um temporal estarrecedor, deixando a casa em trevas. Em meio de um relâmpago que rasgou a escuridão, Júlia visualiza dois corpos tombando enlaçados no divã. Surpresa e cambaleante, recolhe-se assustada. Chorava como criança. Ficara doente. No dia seguinte, o Marcelo fora embora.  
    Dois dias após, a tia Olívia parte também. Ao se despedir, como para se redimir com a ingênua menina, deixa-lhe carinhosamente o galho de cerejas de lembrança; pois despertava-lhe curiosidade e encanto.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Curumim Poranga

 A professora Ilvanita, pediu que nós lesemos o texto do Corumim Poranga de Neli Guiguier, e o transformasse em forma de um poema ( soneto ).


 De Manaus a São Paulo.

 O computador liguei
 E, acredite ou não, encontrei!
 Um nome bem estranho e sugestivo achei,
 cliquei no nome dele e perguntei.

  Seu nome é assim?
  Ele me respondeu que não é Curumim.
  Disse que sua mãe falou do parque Ibirapuera.
  E fazia capoeira onde comprava quirera.

 Mas o que vocês não vão acreditar,
 que quando falei que queria aprender tupi,
 ele começou a gargalhar de mim.

 Ele disse que algumas palavras sabia falar,
 como caju, maracujá , pipoca,
 pirão, jabuticaba e mandioca !

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Síntese do conto Laços de Familia - Clarice Lispector

         
 
                 FONTE:  http://www.not1.xpg.com.br/livro-lacos-de-familia-de-clarice-lispector-sinopse-e-vida-da-autora/


            Após duas semanas na casa da filha Severina vai voltar para a casa.
            Ela é uma mulher muito severa, que julga o modo como a filha Catarina educa seu filho.
            Antônio marido de Catarina ficou muito contente com a ida da sogra, pois eles brigavam muito um com o outro mais na hora da despedida foi muito diferente os dois mostraram afeto e carrinho.
            No caminho para a estação o taxi deu uma freada e a filha e mãe foram jogadas uma contra a outra. Depois disso elas não se falaram e nunca tiveram um afeto pela a outra, diferente do pai de que ela tinha muitos sentimentos por ele.
            Alguns minutos antes de Severina embarcar a filha e ela se despediram ela queriam expressar um sentimento para a outra mais Severina foi embora sem dizer.
            Ao voltar para a casa Catarina voltou muito diferente, ela levou o filho dela para passear e Antônio achou isso esquisito pois Catarina sentia melhor ficando sozinha.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Síntese do conto Felicidade Clandestina - De Clarice Lispector


   FONTE: http://vendavaldasletras.wordpress.com/2008/12/10/clarice-lispector-uma-galinha/
        
         Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nos todas ainda éramos achatadas.
        Pouco aproveitada. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas , de cabelos livre. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.
      Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou- me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.
        Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o me emprestaria.
        No dia seguinte fui á sua casa, literalmente correndo. Nao me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado a livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo.

      No outro dia, lá estava eu á porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. E assim continuou. Quanto tempo? Nao sei. Ela sabia que era tempo indefinido.
      Eu ia diariamente á sua casa, sem faltar um dia sequer. Ás vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. 
    Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!
     Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.
  Peguei o livro. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.
      Chegando em casa, não comecei a ler . Fingia que não tinha , só para ter o susto de o ter. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.
      Ás vezes sentava-me na rede, balançando- me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.
     Nao era mais uma menina com um livro: era uma mulher com seu amante.
    

terça-feira, 9 de abril de 2013

Síntese do conto Feliz Aniversário - Clarice Lispector

  


             FONTE: http://vivendofelizsemgluten.blogspot.com.br/2011/07/festa-de-aniversario.html


    O conto ``Feliz Aniversário´´ relata a história de um velinha de 89 anos que irá fazer aniversário, ela tem 7 filhos e mora com sua filha Zilda.
    A filha tinha convidado para a festa os irmãos e as esposas dos irmãos, com a mesa pronta a aniversáriante estava sentada na mesa, enquanto isso vinham chegando os convidados.
    A chegada dos convidados tinha sido desastrosa, porque a aniversáriante não estava participando de sua própria festa.
    Todos tinham cantado parabéns e depois a neta tinha pedido para ela cortar o bolo, então a aniversáriante fez uma brutalidade.
   Depois do parabéns ela continuou a observar os convidados e então ela cuspiu no chão, então para a festa não ficar daquele jeito um dos filhos resolveu fazer um discurso em homenagem a aniversáriante, quando anoiteceu os convidados foram embora.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Síntese do conto O Búfalo - Clarice Lispector



              
                          FONTE: http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/bufalo_africano.htm
 
 
       A mulher que foi rejeitada pelo homem resolveu ir ao zoológico para ver o ódio do animais. Mas quando ela encontrou foi ao contrario, os animais estavam demostrando sentimentos amorosos ao invés de demostrarem ódio.
     Ficou procurando ódio em todos os animais do zoológico leão, girafa, macaco e até no camelo.
     Quando ela estava andando no zoológico encontrou um búfalo muito forte. A mulher começou a provocá-lo tacando pedras e gritando para ver a reação dele.
     Dentro dela havia nascido um ódio então o búfalo começou a encarar ela, ficou espantada com o olhar do búfalo mas estava ``presa´´.
    Antes de seu corpo cair no chão, ela viu apenas o céu e o búfalo.