domingo, 31 de março de 2013

Síntese do livro Ekoaboka

 
               FONTE: http://oqueosollhosleem.blogspot.com.br/2013/04/livro-ekoaboka-jornadas-na-amazonia.html

  
   Conclui que o livro ´´ Ekoaboka`` conta a história fascinante entre o povo da cidade urbana e o povo índigena.
   Leo é um biólogo que tentava encontrar a cura da malária junto com o seu amigo Babu na Amazônia. Nas férias sua família foi lá para a Amazônia, eles ficaram num barco que chamava-se Vitória Regia.
   Chantal era uma garota mimada que não gostava da floresta, ela achava a floresta nojenta, ela tinha um irmão chamado Txai de 5 anos e o Alex de 17 anos que considerava seu irmão, Chantal e Alex brigavam muito, mas com as ferias eles foram se entendendo.
   Alex era um menino curioso, um dia ele viu os índios fazendo um ritual para a lua e a partir dai ele começa a querer visitar a aldeia. Num certo dia Alex foi conhecer a aldeia, quando ele chegou lá os índios passaram a mão no rosto dele como se fosse um ato de comprimento. Alex ficou amigo de um índio chamado Catu esse índio apresentou o Alex para o Cacique que deu o nome pro Alex de ´´ Abati ``.
   Um dia Alex foi caçar junto com os índios da aldeia, enquanto os índios estavam caçando Alex e Catu viram uma empresa asiáticas que queria desmatar a área onde a tribo Abakêbyra vivia.
   Alex tinha apresentado Catu para a Chantal que no primeiro olhar ela se apaixonou.
   Chantal e Catu gostava muito um do outro, mas a mãe de Catu não, um certo dia Taciatã mãe de Catu sonhou com uma flor marrom que Tupã dizia que ela deveria entregar essa flor para a família de Chantal, mas ela recusou só depois que o Cacique também teve o sonho que ela resolveu entregar a flor para a família, que era o que faltava para a cura da malária, então Leo e a família voltaram para o Rio de Janeiro, menos Alex que decidiu ficar até o 2° semestre.
 

Síntese do conto Amor - Clarice Lispector

                

             Ana era uma dona de casa muito preocupada com os afazeres, ela tinha marido, filhos e morava numa casa muito boa.
            Um dia ela foi fazer as compras para o jantar e na volta ficou surpreendida com um cego que estava no ponto do bonde mascando chiclete com muita naturalidade, isso a incomodava muito porque mesmo ele apresentando dificuldades ele era feliz. Nesse mesmo instante ela ficou pensando que não era mais feliz daquele jeito a muito tempo.
            Quando o bonde voltou a andar Ana deixou cair suas compras, os passageiros recolheram as compras e seguiram viagem.
            A distração de Ana era tão grande que ela perdeu o ponto, então ela desceu próximo ao Jardim Botânico.
           Ela ficou a tarde inteira observando pássaros, insetos, folhas, flores, terra e vento.
           Quando lembrou que tinha afazeres, ela voltou para a casa diferente começou a ter mais amor pelo marido, filhos e até pela casa.
          Jantaram com os amigos e crianças e depois Ana foi dormir junto com seu marido.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Biografia de Clarice Lispector

    Clarice Lispector nasceu no dia 19 de dezembro de 1920, em Tchetchelnik na Ucrânia. Em 1925 família muda-se para o Brasil em Recife, Pernambuco.
     Em 1930, a mae de Clarice morre no dia 21 de setembro. Nessa época, com nove anos, matricula-se no Collegio Hebreo-Idisch-Brasileiro, onde termina o terceiro ano primário. Estuda piano, hebraico e iídiche. Uma ida ao teatro a inspira e ela escreve "Pobre menina rica", peça em três atos, cujos originais foram perdidos. Seu pai resolve adotar a nacionalidade brasileira.
      No ano de 1942 começa a namorar com Maury Gurgel Valente, seu colega de faculdade. Com 22 anos de idade, recebe seu primeiro registro profissional, como redatora do jornal "A Noite". Lê Drummond, Cecília Meireles, Fernando Pessoa e Manuel Bandeira. Realiza cursos de antropologia brasileira e psicologia, na Casa do Estudante do Brasil. Nesse ano, escreve seu primeiro romance, Perto do coração selvagem. Ela se casa no próximo ano com Maury Gurgel Valente e termina o curso de Direito. Seu marido, por concurso, ingressa na carreira diplomática. Vao morar em Belém em 1944.
     Clarice fica grávida de seu primeiro filho, dando a luz no dia 10 de setembro de 1948.
      Em 1953, no dia 10 de fevereiro, nasce Paulo, seu segundo filho. Mãe, Clarice Lispector divide seu tempo entre os filhos, A Maçã no Escuro, os contos de Laços de Família e a literatura infantil. Nos Estados Unidos, Clarice conhece o renomado escritor Erico Veríssimo e sua esposa Mafalda, dos quais torna-se grande amiga. O escritor gaúcho e sua esposa são  escolhidos para padrinhos de Paulo. Não tem sucesso seu projeto de escrever uma crônica semanal para a revista "Manchete". Tem a agradável notícia de que seu romance Perto do coração selvagem seria traduzido para o francês.
      Em 1960,-Publica, finalmente, Laços de Família, seu primeiro livro de contospela editora Francisco AlvesComeça a assinar a coluna "Só para Mulheres", como "ghost-writer" da atriz Ilka Soares, no "Diário da Noite", a convite do jornalista Alberto Dines. Assina, com a Francisco Alves, novo contrato para a publicação de A maçã no escuro. Torna-se amiga da escritora Nélida Piñon.
     No ano de 1966, na madrugada de 14 de setembro a escritora dorme com um cigarro aceso , provocando um incêndio. Seu quarto ficou totalmente destruído. Com inúmeras queimaduras pelo corpo, passou três dias sob o risco de morte — e dois meses hospitalizada. Quase tem sua mão direita amputada pelos médicos. O acidente mudaria em definitivo a vida de Clarice. 
     Em 1971, publica a coletânea de contos Felicidade clandestina, volume que inclui O ovo e a galinha, escrito sob o impacto da morte do bandido Mineirinho, assassinado pela polícia com treze tiros, no Rio de Janeiro. Há, também, um conjunto de escritos em que rememora a infância em Recife. Encarrega o professor Alexandre Severino da tradução, para o inglês, de Atrás do pensamento: monólogo com a vida. Dez de seus contos já publicados constam de "Elenco de cronistas modernos", lançado pela Editora Sabiá.
Foi hospitalizada pouco tempo depois da publicação do romance A Hora da Estrela com câncer inoperável no ovário, diagnóstico desconhecido por ela. Faleceu no dia 9 de dezembro de 1977,um dia antes de seu 57° aniversário.    


Fonte: http://www.zun.com.br/clarice-lispector-biografia-e-obras/

quinta-feira, 21 de março de 2013

Síntese do conto Uma galinha - Clarice Lispector


                                         Fonte:   http://vendavaldasletras.wordpress.com/2008/12/10/clarice-lispector-uma-galinha/


     Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra.
     Foi então que aconteceu, a galinha pôs um ovo. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotando e desabotando os olhos. Só a menina que estava perto e assistiu tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:
   - Mamãe, mamãe, não mate a galinha, ela pôs um ovo.
     Todos correram de novo á cozinha e rodearam mudos. O pai, a mãe e a filha olhavam já algum tempo. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão
   - Se você mandar matar esta galinha, nunca mais comerei galinha em minha vida!
   - Eu também!- Jurou a menina com ardor.
    A mãe, cansada, deu de ombros.
    A galinha passou a morar com a família, tornou-se a rainha da casa. Todos, menos ela, sabiam disso.
    Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Proposta de produção - O ataque dos gnomos

       No dia 18/02, a professora Ilvanita nos pediu uma proposta de produção de texto.

    Proposta: Imagine que você saiu de casa naquele domingo e no ônibus que você tornou , aconteceu algo inusitado que mexeu co você. Conte-nos esta história.
                                                
                                        O ataque dos gnomos

     Em um dia chuvoso, entrei dentro do ônibus super atrasada, com minha amiga Mariana. Hoje já estava com dor de cabeça por ter brigado com meus pais, para variar. Por sorte o ônibus estava completamente vazio, achei até estranho, geralmente ele está cheio e não há nem lugar para se sentar. Percebi que não tinha reparado se estava no ônibus certo ou não.
    Me sentei, dormir por algum tempo. Quando acordei me assustei e comecei a gritar. Eu via gnomos. Eles eram baixinhos, gordinhos, tinham olhos grandes e pretos e um cabelo arrepiado da cor laranja. Eles pareciam nervosos e irritados, achei que fosse um sonho, mais quando olhei minha amiga amarrada, fiquei arrepiada e vi que apesar do tamanho, eles eram bem espertos. Começaram a correr de um lado para o outro raivosos. Os gnomos falavam estranho, não os entendia. Num estante, eles regalaram aqueles olhos escuros em pânico.
   Eles saíram saltando para fora do ônibus. Mariana com as mãos tremulas, me disse que era pela luz do sol que estava refletindo no ônibus naquela manhã.
   Descemos correndo do ônibus. Paramos; Nos olhamos até então Mariana confirmar que estávamos no ônibus errado.
  Saímos dando risada e voltamos para casa. Sentamos no sofá, e refletimos. É, tínhamos visto gnomos.

  Esse texto é de minha autoria.
   

sexta-feira, 8 de março de 2013

Influência indígena nas palavras


         FONTE: http://indiosdobrasilsomostodosirmaos.blogspot.com.br/2009/03/o-kuarup.html

       No livro Mini Larousse da Língua Portuguesa de Maria Fernandes, procuramos as palavras com influência indígena.
      Encontramos palavras sobre vestuário, comida, ações, entre outros. Tinham palavras que já ouvimos falar, as que descobrimos e as que conhecemos como por exemplo jacaré.Também as palavras que conhecemos com um sentido, e elas possuíam outro como a palavra utilitário. O livro fala sobre a cultura e o vocabulário indígena, por exemplo mandioca, que significa aipim ou macaxeira.

terça-feira, 5 de março de 2013

Proposta promovida pelo correios: Concurso internacional de redação de carta - 2013

  Tema: Escreva uma carta a alguém para explicar por que a água é um recurso precioso.

 
  São Bernardo do Campo, 4 de março de 2013.

 Excelentíssima Senhora Presidenta da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff,

 Depois que a senhora construiu a fábrica de produtos químicos, o rio "Cambaio" tem sido excessivamente contaminado.
 A população vem reclamando muito, pois necessitamos dessa água. Utilizamos-a para beber, tomar banho, lavar roupas, utilizar para fazer comida e outros afazeres. Estamos sendo muito prejudicados pelo o que está sendo ocorrido.
 Os hospitais estão sendo lotados por população contaminada, há pessoas morrendo em uma grande escala. Não só por causa da contaminação, e sim também pela seca que muitas famílias estão passando para evitar o consumo de agua contaminada. Para piorar a situação, também não há médicos nem medicamentos o suficientes.
 Não só como a população está sendo afetada, mais também os animais e plantas. Todos nós precisamos de água, e essa industria está nos prejudicando o suficiente para que nosso caso seja severo.
 A água é importante para o planeta, somos feitos de 98% de água em nosso corpo. Ela é um recurso preciso para todos nós.
 Necessitamos da ajuda da Senhora Presidenta, a população precisa utilizar essa água, pessoas estão morrendo, essa industria tende a piorar mais o rio.
 Obrigada pela sua atenção Excelentíssima, a população agradece e espera por respostas o mais rápido preciso.
                                                                                   Grata Evelyn.


 Texto de minha própria autoria.

domingo, 3 de março de 2013

Clarice Lispector

                                              fonte :http://www.mais1livro.com/tag/clarice-lispector/
         No ano de sua morte, Clarice Lispector fez uma entrevista para a TV Cultura. Clarice se encontre abatida e cansada. Durante a entrevista ocorre perguntas sobre sua vida e suas obras.Seu sobrenome " Lispector " vem do latin e durante gerações foi se modificando, perdendo algumas silabas. Ela se casou com um diplomata brasileiro.         
        Em sua família, não só Clarice escrevia, mais sim suas irmãs e para sua surpresa, descobriu por uma tia que sua mãe escrevia poesias. Mas isso foi a pouco meses de sua morte e não teve a chance de ler nenhuma das obras de sua mãe que não era publicadas.
        Ela começou a escrever já com sete anos, logo que aprendeu a ler e escrever já fazia pequenas histórias. Já adolescente, descobre que realmente é aquele campo de criação, a literatura que mais a atrai e não tinha objetivos e sim apenas escrever. Ela nunca assumiu que era uma escritora, não se achava profissional e sim uma armadora. Pra ela, profissional era quem tinha obrigação de escrever, ela já escrevia para manter sua liberdade. Ela se comunicava melhor com as crianças do que com os adultos, " os adultos são tristes e solitários, já a criança tem a fantasia solta".
      Ela dizia que enquanto não escrevia se sentia morta, e seu horário que mais gostava de escrever era de manhã.
     Clarice morreu em 1977, após ter passado por um cancêr.